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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Entrevista ao Blog Nheko



Recentemente, a Alexandra, mãe de quatro filhos, meus pacientes, pediu-me para responder a algumas questões para serem publicadas no seu blog Nheko, com o objectivo de esclarecer alguns factos sobre a abordagem homeopática e partilhar a sua experiência ao longo dos anos com os seus filhos.

O resultado é interessante e ajuda a dar uma perspectiva real do mundo da Homeopatia.

Aqui fica o link para o blog Nheko vida em família: 



sexta-feira, 21 de abril de 2017

Homeopatia e Vacinas



Nos últimos dois dias, alguns órgãos de comunicação social tentaram fazer uma associação entre Homeopatia e campanhas anti vacinação.

O EXPRESSO escreveu num artigo, que a mãe da jovem que infelizmente faleceu ontem, era anti-vacinas e adepta da Homeopatia. 

Como todos sabemos, a mãe não é anti vacinas e a referência a ser adepta da Homeopatia tem, neste caso, tanto valor como dizer que é adepta de filatelia ou columbofilia, ou seja, completamente fora do contexto. 

Associar a medicina homeopática a campanhas anti vacinação é um profundo disparate e revela um enorme desrespeito por quem, como eu, trabalha arduamente para credibilizar esta prática.

Não é, nem nunca foi esta a minha posição.

Li comentários lamentáveis e recebi emails que nunca esperei receber.

Informem-se antes de julgar. Antes de opinarem, de ofenderem, de acusarem, procurem o contraditório. Sejam justos!

A Homeopatia enquanto sistema terapêutico, está a cima das opiniões pessoais dos seus praticantes.

Nuno Oliveira

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

domingo, 23 de outubro de 2016

Um exemplo além fronteiras

HOMEOEPATHY OFFICIALLY RECOGNIZED BY SWISS GOVERNMENT AS LEGITIMATE MEDICINE TO COEXIST WITH CONVENTIONAL MEDICINE





Oct 10, 2016 by Casey Coates Danson
L.J. Devon, Staff Writer  NATURAL NEWS.COM
Homeopathy

(NaturalNews) Broadening their definition of medicine, the Swiss government is announcing a positive shift toward alternative healing and complementary therapies. For far too long, health insurance has guaranteed a monopoly for a system dominated by synthetic drugs. The Swiss government is breaking out of that confining mold and allowing patients’ health insurance plans to cover five new complementary therapies.

In May 2017, health insurance plans in Switzerland will be covering a variety of healing modalities, including homeopathy, acupuncture, traditional Chinese medicine, herbal medicine and holistic medicine. In this way, Switzerland will be bringing back the many healing arts that were used successfully in the past.

A shift away from the disease management, synthetic drug system
This shift toward integration will allow the Swiss healthcare system to heal, as it moves away from profiting off disease management. With the inclusion of these five eclectic healing modalities, Swiss healthcare will become more affordable. By legitimizing these true healing modalities, healthcare can compete to heal, empowering people instead of leaving them in an expensive cycle of side effects and negative outcomes.

Synthetic pharmaceutical “science” got its start in 1869, as experiments with coal tar were underway. The first drug was a sedative-hypnotic called chloral hydrate. Pharmaceutical companies got their start after experimenting with nasty coal-tar distillations. Many of the first drugs were modeled after textiles and dyes. The first analgesic and antipyretic drugs, phenacetin and acetanilide, were made from aniline and p-nitrophenol, which are just byproducts of coal tar.

Pharmaceutical “science,” for the most part, is an absolute abandonment of the healing modalities that have sustained humans for centuries. The good news is that many herbalists are still around today, passing on the trade of making real medicine using plants. Plants synthesize their own medicine and contain compounds that, when extracted and used correctly, work in conjunction with the human body systems, restoring its healing state.

Swiss people speak out, pressure government to include complementary therapies on list of paid health services

After Swiss health authorities blocked the alternative medicine fields from legitimacy in 2005, the people of Switzerland spoke out. In 2009, two-thirds of the Swiss voted to include these five important healing modalities on the country’s constitutional list of paid health services. When 2012 rolled around, all five complementary healing modalities were included in basic compulsory insurance coverage as part of a six-year trial period. At the end of the trial period, determinations would be made based on the alternative therapies “efficacy, cost–effectiveness and suitability.”

Holistic approaches are gauged through observation, in the progress of healing over time
Now the interior ministry has determined what many holistic practitioners already understand about the healing arts. It’s “impossible to provide such proof for these disciplines in their entirety.” The proof of their efficacy is in the individual’s own experience, initiative and commitment. Holistic therapies are not like synthetic drugs. The whole person is treated, not just a symptom. It’s impossible to gauge an alternative therapy on paper, in a perfectly controlled environment. The proof is typically in the observation, in the progress of healing over time.

And so, in this understanding, these five healing modalities will continue to be reimbursed by compulsory health insurance plans, as long as they are administered by certified medical professionals. This is an enormous step in the right direction for a healthcare system that is seeking to integrate more than just synthetic manipulations and suppression of the human body.
This shift toward integration of medicine will also allow questionable treatments within these complementary healing systems to face more scrutiny, so that the best holistic approaches can come out and be a success for people.

Sources include:
SwissInfo.ch
NCBI.NLM.NIH.gov
Science.NaturalNews.com

quarta-feira, 2 de março de 2016

A Homeopatia e a outra "ciência"



Finalmente chegou o mês de Março, o que significa que estamos quase no fim do inverno e, com o fim do inverno, vem também um período de alguma bonança no que diz respeito às tão temidas doenças respiratórias recorrentes nas crianças.

Mais uma vez, a Homeopatia infantil mostrou ser uma mais valia incontornável na redução das recorrências e, sobretudo, na redução considerável de medicamentos químicos que as crianças tomam regularmente.

O estado de saúde global das crianças melhora claramente a todos os níveis e isso traduz-se numa economia muito significativa de recursos humanos e económicos.

As constantes deslocações aos serviços de urgência, o recurso a medicação excessiva e o constante absentismo laboral dos pais associado às doenças infantis, tem um impacto muito significativo nas contas dos estados.

A Homeopatia assume-se cada vez mais, como uma opção extremamente eficaz no combate às doenças agudas infantis, como amigdalites, otites, bronquiolites, etc.

Ao longo destes anos, depois de milhares de consultas, claramente constato, que os meninos e meninas que recorrem a tratamentos homeopáticos, têm um absentismo escolar muito inferior às crianças que seguem somente a medicina convencional.

Contra factos não há argumentos!

A complementaridade entre as medicinas deve ser estimulada ao máximo, pelos pediatras, pelos pais, pelos educadores/professores e pelo estado.

Mas com estes resultados positivos, ecoam muitas vozes discordantes, a maioria usando um cenário abstrato chamado “ciência”.

Alguma “ciência” ataca constantemente a medicina homeopática. Mas que ciência? Quem? Quando? Onde?

Esta “ciência” oculta, está para a Homeopatia como os “mercados” estão para a economia global. Todos têm medo, todos temem o seu comportamento, mas ninguém sabe muito bem o que são.

Correndo o risco de não ser politicamente correcto, devo dizer que o conceito de ciência que crescemos a admirar, tem sido uma decepção nos últimos anos.

A ciência está assente em paradoxos cada vez mais acentuados.

Por um lado a Ciência que respeito e admiro, salva vidas, cria soluções, inova para bem da humanidade e do planeta em geral, respeita as pessoas, os animais, as plantas, o meio ambiente, não ataca, cultiva a humildade de pontos de vista, faz o bem.

Por outro lado, existe a outra “ciência”, aquela que cria armas de destruição em massa, aquela que cria alimentos transgénicos, aquela que desenvolve químicos nocivos e totalmente dispensáveis para adicionar à nossa alimentação, aos nossos produtos de higiene pessoal, aos cremes hidratantes dos bebés e crianças, aquela que desenvolve produtos cosméticos incutindo sofrimento dispensável nos animais, etc.


Esta é a “ciência” que nos critica e que eu não respeito. Esta é a “ciência” que está a matar a humanidade, a comprometer o futuro dos nossos filhos, o futuro dos animais, o futuro das plantas e de todos os ecossistemas.


Esta é a triste “ciência” do lucro fácil, da falta de ética, do retrocesso civilizacional, da crítica e da ignorância.

É a “ciência” da doença!

Ao contrário da Ciência que eu admiro, que une em vez de criticar, esta “ciência” actua na sociedade como um parasita, destruindo lentamente a saúde dos seres vivos, para que ela própria possa subsistir, através de novas moléculas químicas, medicamentosas, ou em forma de aditivos alimentares, cosméticos, etc.

Temos que neutralizar esta “ciência” e é possível com algumas mudanças de hábitos e mentalidades.

Para melhorarmos o estado de saúde das pessoas, é importante que sejamos nós a escolher o que compramos. Ler os rótulos é um passo importante para podermos escolher alimentos, produtos de higiene pessoal, cosméticos, etc, que sejam isentos de químicos, ou pelo menos, que tenham uma percentagem mais reduzida.

A doença não dá tréguas e a má “ciência”, também não. Todos somos precisos, médicos, enfermeiros, homeopatas, acumpunctores, farmacêuticos, biólogos, bioquímicos, osteopatas, naturopatas, físicos, etc, etc. Todos têm a sua função, todos têm a sua missão, desde que estejam do lado da Ciência.


A Homeopatia está à margem dos parasitas científicos. A Homeopatia está de braço dado com a Ciência, a verdadeira, a que produz conhecimento positivo e que contribui para uma saúde melhor, para um mundo melhor.


E, felizmente, são tantos os rostos desta Ciência no mundo.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Boas festas!!

Mais um ano passou!

Mais um ano de grande crescimento e afirmação da medicina homeopática como uma forma terapêutica válida, eficaz e com grande potencial no nosso país.

Apesar dos "ventos" contrários, a Homeopatia tem cada vez mais interesse para as pessoas, não porque seja moda, uma vez que o seu crescimento tem sido sustentado ao longo de duzentos anos, mas porque a sua eficácia é inquestionável.

Em Homeopatia encontram-se respostas, encontram-se novas formas de encarar a doença, novas formas de encarar a saúde e sobretudo encontram-se métodos e saberes que são fundamentais em complementaridade com outras formas de medicina, nomeadamente a medicina convencional.

É para mim um grande orgulho fazer parte deste crescimento, desta nova mentalidade que partilha, que complementa, que respeita, que aprende, que deixa cair a arrogância e eleva a humildade, tudo porque ser médico ou terapeuta ou homeopata, é um modo de vida, é ter ferramentas poderosas para que o caminho de todos os seres vivos seja mais fácil. Haverá algo mais nobre?

Quero agradecer a todos os que confiam em Homeopatia e em particular no meu trabalho por mais um excelente ano:)

Um bom Natal e um excelente 2016 para todos!!


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Seminário internacional em Munique

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Este foi o cenário pré Natalício que serviu de inspiração para um excepcional seminário em que participei em Munique.

Para quem me conhece, ou para quem lê este meu blog, é fácil perceber que eu adoro o que faço e que a Homeopatia é a minha grande paixão.

Participar num seminário, conduzido por um dos melhores médicos homeopatas do mundo do nosso tempo e alguém que admiramos pelas extraordinárias competências técnicas, bem como, pelas excelentes qualidades humanas, é algo que me deixa particularmente feliz e grato.

A Homeopatia é uma ciência em constante evolução. Novos medicamentos, novas técnicas, novas abordagens, estão constantemente em investigação um pouco por todo o mundo.

Sinto a obrigação, por todos os que procuram a minha ajuda, de estar bem preparado, de forma a oferecer o que de melhor existe em Homeopatia.

Assisti durante vários dias, a um auditório cheio, com homeopatas de vários países do mundo, médicos convencionais de várias especialidades e até veterinários, mas todos com algo em comum, a grande vontade de virar a página e trazer os benefícios da medicina homeopática para a primeira linha dos cuidados de saúde.

A imagem da Homeopatia tem que mudar, temos que trabalhar muito nesse sentido. A Homeopatia tem que ser encarada como um valiosíssimo complemento da medicina convencional, sem radicalismos ou fundamentalismos, porque a Homeopatia não substitui a medicina convencional, nem a medicina convencional substitui a Homeopatia. Complementaridade é a palavra.

A eficácia é clara! Os argumentos clássicos anti Homeopatia estão completamente ultrapassados, já não fazem qualquer sentido, uma vez que o crescimento desta forma de medicina é enorme e é já a segunda forma de medicina mais utilizada no mundo.

Contra factos não há argumentos e a Homeopatia vive de factos. Por muitos argumentos apresentados, o que emerge é a sua eficácia, é a melhoria sintomática, é o bem estar geral, é a ajuda que dá aos doentes que sofrem e são estes que alimentam a Homeopatia há cerca de duzentos anos.

Este seminário deu-me confiança e força para continuar. É sempre bom sabermos que temos muito para aprender, que temos alguém a quem admirar, que temos guias que com o seu conhecimento, tornam a nossa vida mais fácil. Isto evita que estagnemos.

Sinto que estou no bom caminho. Sinto que o meu trabalho e a Homeopatia fazem a diferença nas vidas de tantas crianças e suas famílias.

Para quem, como eu, trabalha com tanto gosto, o que mais poderia querer?

E se uma geração pudesse mudar todo o paradigma de uma mentalidade retrógrada e conservadora?

Eu acredito!

Tenho grande esperança na geração que está a crescer. E vocês?