quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Os resultados clínicos falam por si...



Há dias verdadeiramente paradoxais nas nossas vidas. 

Por um lado, sentir uma motivação e paixão pela minha profissão de homeopata, por outro, sentir tristeza e desalento por todo o contexto que envolve a Homeopatia. 

Na semana passada, estive em Munique a participar num seminário de alta qualidade técnica, que me deixou ainda mais motivado. Foram apresentados dezenas de casos clínicos documentados, comprovando a eficácia de Homeopatia em inúmeras patologias. 

Foi um seminário de grande aprendizagem para mim, tanto a nível técnico como humano. São estes momentos que demonstram que a Homeopatia está bem viva e em crescimento sustentado.

O crescimento que a Homeopatia tem apresentado, é baseado exclusivamente nos resultados clínicos. Apesar dos ataques constantes nos orgãos de comunicação social, redes sociais e conferências, esta terapêutica continua a crescer a nível mundial, sendo atualmente, a segunda forma terapêutica mais utilizada no mundo. 

A eficácia é evidente para todos os que experimentam os benefícios da Homeopatia. 

Mas a Homeopatia cura tudo? Todos que experimentam têm resultados positivos?

A resposta é Não! Nem a Homeopatia cura todos os doentes, nem nenhuma outra forma de medicina, inclusivamente a própria medicina convencional. Nenhum médico, seja de que especialidade for, tem 100% de sucesso clínico. 

O sucesso clínico em muitas doenças, aumenta exponencialmente com a complementaridade das medicinas. 

Acredito que a junção da Homeopatia e da medicina convencional resulta numa melhoria muito significativa da qualidade de vida das pessoas. 

Numa altura em que está na ordem do dia a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS), é fundamental actuar primariamente, ou seja, intervir no sentido de evitar que as pessoas tenham necessidade de procurar o SNS. 

Prevenção é o caminho. As Terapêuticas não convencionais, nomeadamente a Homeopatia, podem ser o veículo que nos ajuda a percorrer o caminho para uma vida mais saudável.

Apesar de todos os argumentos e resultados que vemos todos os dias na prática clínica, somos recorrentemente alvo de ataques agressivos nas redes sociais, por pessoas intolerantes e inflexíveis. Não consigo aceitar que se ofendam pessoas só porque trabalham com Homeopatia ou porque recorrem à Homeopatia para tratar os seus problemas de saúde. 

O mais importante é que a Homeopatia continua a assumir-se como uma eficaz forma de tratamento. Assume-se pelos resultados, pelas recomendações das pessoas que experimentam. Não precisa de promoção publicitária. Os resultados clínicos, são a razão para que resista a uma história de mais de duzentos anos. 

É simples, rápida a actuar, isenta de toxicidade e efeitos secundários, medicamentos de baixo custo e com um espectro de actuação muito vasto, desde doenças agudas a crónicas. 

Contra factos não há argumentos…


segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Arnica Montana - Medicamento Homeopático



Quem não conhece o medicamento homeopático Arnica Montana?

Este medicamento, tem ajudado tanta gente em todo o mundo em inúmeros problemas traumatológicos e até emocionais.

Vale a pena ver este vídeo, que mostra de uma forma resumida, como são feitos os medicamentos homeopáticos desde a origem, até aos conhecidos grânulos. 


quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Homeopatia Mitos e Factos



São apenas cinco minutos de animação, que podem ajudar a clarificar alguns dos mitos mais comuns em relação à Homeopatia.

Vale a pena assistir 😁

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

O que é Homeopatia? e o que não é...


O que é Homeopatia:

A homeopatia é a forma de tratamento que mais cresce no mundo! Estima-se que seja usada por dezenas de milhões de pessoas e cresce 25% ao ano.

Faz parte dos sistemas públicos de saúde em vários países da Europa, América do Sul, América Central e Ásia e é regulamentada em muitos outros países.

É eficaz, de acordo com centenas de estudos científicos, pré-clínicos e clínicos de alta qualidade, incluindo ensaios clínicos randomizados.

A homeopatia é uma das formas mais seguras de tratamento.

É uma prática holística, levando em consideração todos os níveis de manifestação: física, emocional e mental.

É praticada de acordo com princípios consistentes e racionais que são o núcleo fundamental de estudo do profissional de Homeopatia.

É mais económico do que qualquer outra forma de medicamento, convencional ou complementar (de acordo com um estudo encomendado pelo governo da Suíça).

A homeopatia é um sistema terapêutico com uma longa história de prevenção e cura de doenças agudas e crónicas, que se mantém com grande sucesso até hoje.

O que não é Homeopatia:

Homeopatia não é um termo genérico para todas as formas de medicina alternativa, natural ou holística. A Homeopatia é única! tem a sua filosofia, farmacologia e metodologia própria.

Não é uma terapêutica “não científica” : usa técnicas lógicas, diretas e reprodutíveis, que qualquer aluno pode aprender.

Não é perigoso - é praticada em consultórios e hospitais há mais de 200 anos. Desde que praticada com competência e respeitando os limites terapêuticos, a Homeopatia é totalmente segura.
Não interfere com medicamentos convencionais.

Não é um "placebo" ou tratamento falso que requer crença para funcionar! É eficaz em bebés, animais e plantas.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Evidências Científicas em Homeopatia



Quando falamos de Homeopatia, é incontornável o argumento de falta de evidências científicas.

Não é verdade que a Homeopatia não tem fundamento científico. 

Na realidade, apesar dos meios diminutos que a comunidade homeopática internacional dispõe para levar a cabo estudos credíveis, eles existem e são conclusivos quanto à eficácia dos tratamentos homeopáticos. 

Como pretendo que esta página tenha informação de qualidade sobre esta terapêutica, deixo a todos os que se interessam pela vertente mais científica, um trabalho importante feito pela comunidade médica e homeopática do Estado de S. Paulo, Brasil, denominado: "Evidências científicas em Homeopatia"





domingo, 4 de fevereiro de 2018

6 lições que o seu filho lhe vai ensinar - Sapo Lifestyle










Especialistas na área do comportamento, educação e saúde, habituados a lidar com crianças, contam o que temos mesmo de aprender com elas.



Texto: Marta Marques com Ana Filipa Diogo (educadora de infância), Carla Marques (psicóloga clinica infantil), Eduardo Sá (psicólogo clínico infantil), Isabel Carrilho (psicóloga clínica), Mário Cordeiro (pediatra), Maria do Carmo Oliveira (coach) e Nuno Oliveira (homeopata).

«Colocar limites na própria vida é coisa de adultos. As crianças olham para o mundo com esperança, não pensam em limitações. Acreditam que podem tudo. Voar, transformar-se em super-heróis, ficar invisíveis ou serem princesas. Os brinquedos não são só brinquedos, é como se tivessem vida, e elas brincam como se a aventura que imaginam fosse real e nunca se frustram porque não deixam de acreditar, mesmo após um primeiro fracasso», descreve Isabel Carrilho, psicóloga clínica.
A resposta é dada depois de lhe perguntarmos o que temos a aprender (ou a recordar) com os mais pequenos, de tão importante para a nossa saúde, felicidade e equilíbrio emocional. Como pô-lo em prática? «Fazendo uma retrospetiva da vida, pensando na infância e sentindo a facilidade com que sonhávamos naquele tempo. O grande desafio é despirmo-nos por dentro e darmo-nos a conhecer aos outros», refere.
Há fortes motivações para isso. «As emoções positivas promovem a busca de novas oportunidades, promovem o sucesso, reforçam o sistema imunitário evitando somatizações, protegem o coração, potenciando uma vida mais longa e mais saudável, do ponto de vista físico e psicológico», assegura a especialista. Vamos a isso. Estas são sete das lições que pode aprender com os mais pequenos:

1. Simplificar
A prescrição de Mário Cordeiro, pediatra, para adultos é simples. Sejamos mais livres, menos sérios. As crianças saudáveis são divertidas e são-no umas com as outras. «Se as observarmos e as contemplarmos, ensinam-nos que o amor é oblativo, ou seja, não deve cobrar, ser alvo de chantagem ou de moeda de troca. Podemos mudar interiormente se aprendermos a valorizar o que temos e a descobrir os encantamentos das crianças», adverte o especialista.
«Nós que, tantas vezes (e transmitimos-lhes depois isso ), acabamos por nunca estar satisfeitos com nada, desperdiçando o tempo e as coisas que temos a pensar nas que não temos», refere. «Se formos mais simples e menos ardilosos, talvez vivamos mais livremente e melhor a nossa idade. Se fizéssemos isto seríamos mais felizes, mais endorfínicos, teríamos menos stresse, o que ajudaria muito à nossa saúde», acrescenta ainda.

2. Focar-se no momento
Eduardo Sá, psicólogo clínico infantil, fala-nos da importância de estar aqui e agora e de saber aproveitar o que temos. Conta o especialista que qualquer criança estruturada faz isto sem problemas. Não pensa no que passou, no que aí vem e está inteira no momento. Seja nas aulas, a brincar ou em actividades extra-curriculares… E se uma criança se preocupa demasiado com o futuro é sinal de alerta para os progenitores, talvez esteja com demasiada responsabilidade e a viver situações impróprias para a sua idade.
«Receio que, a haver défices de atenção, os adultos sejam um caso muito mais grave que as próprias crianças. Porque eles vivem atropelados por compromissos, hierarquias de prioridades fora do lugar e por uma vertigem de solicitações que os fazem baralhar o indispensável e o supérfluo. Sendo assim, os adultos podem aprender com as crianças que ninguém é feliz sozinho e que ninguém cresce sozinho. E, já agora, que a ingenuidade não representa uma posição mais ou menos elementar diante da vida, mas que resulta da sabedoria», refere ainda.

3. Melhorar diariamente
«As crianças ensinam muito, mas o amor é talvez o sentimento que os adultos mais aprendem com elas», não tem dúvidas Carla Marques, psicóloga clínica infantil. «Muitos adultos que se caracterizavam por serem pouco sensíveis, preguiçosos, egocêntricos, pouco disciplinados consigo e com a vida, após serem pais ou se dedicarem a uma criança, transformam-se», tem constatado ao longo da sua experiência.
«Assumem estilos de vida mais saudáveis, adquirem novos hábitos e passam a respeitar e a pôr em prática regras básicas e necessárias na vida. As crianças ensinam-nos a melhorar diariamente as nossas atitudes. Sobretudo porque funcionam como um espelho onde revemos os nossos valores e a nossa forma de estar na vida», acrescenta ainda.

4. Sonhar sem condições
«Um dos maiores ensinamentos que podemos usufruir do contacto direto com as crianças é a sua capacidade de sonhar. «Eu quero ser astronauta», «Eu quero ser bombeiro»… Este sonho é incondicional, não lhe interessa se é bem remunerado, se tem saídas profissionais, se é bem aceite pela sociedade. Simplesmente é o sonho pelo sonho. Este é a base do processo criativo da criança. Para ela não há limites, não há barreiras», lembra Nuno Oliveira, homeopata que costuma acompanhar crianças. «Têm uma capacidade de simplificação de problemas surpreendente», refere.
«Sonhar não é uma capacidade exclusiva das crianças. Em qualquer idade podemos ter sonhos, mas para isso temos de nos desligar dos medos, das inseguranças, da baixa autoestima, da opinião dos outros. Temos de ser nós próprios, genuínos. As emoções têm um peso enorme no aparecimento de doenças crónicas. Um ser humano sem sonhos, sem objetivos, condicionado pelos medos e pelo fazer parecer, é um ser humano condenado à infelicidade. Desistir de sonhar, é desistir de viver», refere ainda.

5. Aprender a perdoar
Ana Filipa Diogo, educadora de infância, sente-se privilegiada por conviver e educar crianças. «O mais fantástico deste processo é o que aprendo com cada uma delas. Poderia referir dezenas de ensinamentos, mas tendo de escolher um destaco o aprender a perdoar. Foram inúmeras as vezes que me deparei com zangas entre os pequenos e observei a forma como as solucionavam», refere.
«Por mais forte que fosse o motivo, nada abalava os sentimentos positivos, os laços afetivos e a relação de amizade. As pazes e a resolução dos problemas eram quase sempre fáceis de acontecer pois rapidamente faziam da zanga um momento quase palerma perante a vontade de brincarem um com o outro. Nós, adultos, temos mais dificuldade em perdoar, em esquecer, em sarar feridas», realça Ana Filipa Diogo.

6. Não ter medo de errar
Maria do Carmo Oliveira, coach, mestre em psicologia e membro da equipa do Clube do Otimismo, lembra como a educação vai inibindo algumas características importantes. «É frequente vermos uma criança desmontar um brinquedo para ver como funciona, ligar o computador e explorá-lo sem medo de o estragar, fazer experiências com cores e materiais. Já a maioria dos adultos perde essa capacidade de explorar. O medo do fracasso leva a que muitos adultos permaneçam descontentes durante anos, agarrados a hábitos antigos, não ousando experimentar algo», diz.
«Não ousam, por exemplo, fazer um currículo diferente, apresentar uma nova ideia no trabalho, iniciar um novo negócio ou até uma relação amorosa. O receio de tomarem a decisão errada fá-las manterem-se na sua zona de conforto e não ousarem fazer algo novo muito mais gratificante. Com as crianças precisamos de reaprender a, sempre que erramos, pensar que está tudo bem e, como adultos, aprendemos a racionalizar o erro e pensar que foi uma experiência importante que nos fez ficar mais perto do objetivo que pretendemos alcançar», refere ainda.

Outras lições para serem levadas a sério:
- Demonstrar sentimentos
Dizer o que pensamos, não fazer o que não nos apetece e sermos nós e genuínos, sem perder o respeito pelo outro.
- Ter tempo para nós
Estar atento aos sinais, perceber quais são realmente as nossas prioridades e não esquecer que a vida não é eterna.
- Não se preocupar com os que os outros pensam
Vestir o que gostamos, ter opiniões e seguir o nosso caminho e não o dos outros.
-Levantar-se após uma queda
Não dramatizar, lembrar-se que há sempre coisas piores e ter a coragem de um guerreiro, de seguir em frente.
- Questionar mais
Perder a arrogância de achar que já sabemos tudo e que já não temos idade para mudar. Sermos sinceros connosco.
Veja na página seguinte: Como duas crianças veem os adultos


- Quebrar tabus, brincar
Dançar, cantar, rebolar sozinho ou acompanhado e rir muito, aproveitando melhor o tempo.
- Desenhar, pintar ou escrever como forma de terapia
Expulsar emoções bloqueadas e tensões de forma artística é poderoso e funciona.
- Fazer amizades
Porque é possível fazer um amigo em qualquer idade e dar oportunidade aos outros de nos conhecerem uma forma de humildade.
Como duas crianças veem os adultos
«As crianças são reais e os adultos vivem num mundo de ficção. Porquê? Porque são mentirosos, complicam tudo e estão sempre a queixar-se. Podiam viver a vida com mais calma e criar leis e obrigações menos aborrecidas, como terem mais tempo para estar com as crianças e, assim, aprenderem mais com elas», refere Mara Marques, 12 anos.

«Os adultos têm menos energia, são mais chatos e deviam brincar e rir mais. Acho que nunca têm paciência e zangam-se por coisas esquisitas. Depois ficam irritados e isso faz-lhes mal à saúde», afirma Gabriel Morgado, 8 anos.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Just One Drop - O filme sobre a verdade da Homeopatia

Vamos esperar que este filme/documentário chegue a Portugal. 
É fundamental que os pacientes estejam verdadeiramente esclarecidos sobre o tema Homeopatia, para que a sua opção por este método terapêutico seja feita em total consciência. 
Num período onde assistimos a alguns ataques por parte de pessoas com previligiado acesso a órgãos de comunicação social, precisamos mostrar o outro lado do tema, a eficácia da Homeopatia, a capacidade desta terapia de ajudar as pessoas, não de suprimir sintomas, mas de mudar as suas vidas para melhor. 
A Homeopatia é o segundo sistema terapêutico mais usado no mundo, são milhões de pessoas em todos os continentes a recorrer a esta ajuda e a única justificação para este sucesso com mais de duzentos anos de prática, é a sua eficácia inequívoca. 
A medicina convencional é insubstituível, mas a Homeopatia também é. A complementaridade entre ambas as abordagens é o segredo para um maior sucesso no combate à doença.
Médicos e Homeopatas devem unir-se. O confronto leva a um bêco sem saída que em nada beneficia os doentes.
Eu tenho esta experiência na minha prática clínica diária com os médicos de várias especialidades com quem trabalho. É muito gratificante trabalhar com profissionais de excelência com mente aberta e com o foco nos doentes. 

Aqui fica o trailer do filme Just On Drop:



Para mais informações pode consultar o site original do filme:



quinta-feira, 25 de maio de 2017

Entrevista ao Blog Nheko



Recentemente, a Alexandra, mãe de quatro filhos, meus pacientes, pediu-me para responder a algumas questões para serem publicadas no seu blog Nheko, com o objectivo de esclarecer alguns factos sobre a abordagem homeopática e partilhar a sua experiência ao longo dos anos com os seus filhos.

O resultado é interessante e ajuda a dar uma perspectiva real do mundo da Homeopatia.

Aqui fica o link para o blog Nheko vida em família: 



sexta-feira, 21 de abril de 2017

Homeopatia e Vacinas



Nos últimos dois dias, alguns órgãos de comunicação social tentaram fazer uma associação entre Homeopatia e campanhas anti vacinação.

O EXPRESSO escreveu num artigo, que a mãe da jovem que infelizmente faleceu ontem, era anti-vacinas e adepta da Homeopatia. 

Como todos sabemos, a mãe não é anti vacinas e a referência a ser adepta da Homeopatia tem, neste caso, tanto valor como dizer que é adepta de filatelia ou columbofilia, ou seja, completamente fora do contexto. 

Associar a medicina homeopática a campanhas anti vacinação é um profundo disparate e revela um enorme desrespeito por quem, como eu, trabalha arduamente para credibilizar esta prática.

Não é, nem nunca foi esta a minha posição.

Li comentários lamentáveis e recebi emails que nunca esperei receber.

Informem-se antes de julgar. Antes de opinarem, de ofenderem, de acusarem, procurem o contraditório. Sejam justos!

A Homeopatia enquanto sistema terapêutico, está a cima das opiniões pessoais dos seus praticantes.

Nuno Oliveira

quinta-feira, 10 de novembro de 2016