domingo, 4 de fevereiro de 2018

6 lições que o seu filho lhe vai ensinar - Sapo Lifestyle










Especialistas na área do comportamento, educação e saúde, habituados a lidar com crianças, contam o que temos mesmo de aprender com elas.



Texto: Marta Marques com Ana Filipa Diogo (educadora de infância), Carla Marques (psicóloga clinica infantil), Eduardo Sá (psicólogo clínico infantil), Isabel Carrilho (psicóloga clínica), Mário Cordeiro (pediatra), Maria do Carmo Oliveira (coach) e Nuno Oliveira (homeopata).

«Colocar limites na própria vida é coisa de adultos. As crianças olham para o mundo com esperança, não pensam em limitações. Acreditam que podem tudo. Voar, transformar-se em super-heróis, ficar invisíveis ou serem princesas. Os brinquedos não são só brinquedos, é como se tivessem vida, e elas brincam como se a aventura que imaginam fosse real e nunca se frustram porque não deixam de acreditar, mesmo após um primeiro fracasso», descreve Isabel Carrilho, psicóloga clínica.
A resposta é dada depois de lhe perguntarmos o que temos a aprender (ou a recordar) com os mais pequenos, de tão importante para a nossa saúde, felicidade e equilíbrio emocional. Como pô-lo em prática? «Fazendo uma retrospetiva da vida, pensando na infância e sentindo a facilidade com que sonhávamos naquele tempo. O grande desafio é despirmo-nos por dentro e darmo-nos a conhecer aos outros», refere.
Há fortes motivações para isso. «As emoções positivas promovem a busca de novas oportunidades, promovem o sucesso, reforçam o sistema imunitário evitando somatizações, protegem o coração, potenciando uma vida mais longa e mais saudável, do ponto de vista físico e psicológico», assegura a especialista. Vamos a isso. Estas são sete das lições que pode aprender com os mais pequenos:

1. Simplificar
A prescrição de Mário Cordeiro, pediatra, para adultos é simples. Sejamos mais livres, menos sérios. As crianças saudáveis são divertidas e são-no umas com as outras. «Se as observarmos e as contemplarmos, ensinam-nos que o amor é oblativo, ou seja, não deve cobrar, ser alvo de chantagem ou de moeda de troca. Podemos mudar interiormente se aprendermos a valorizar o que temos e a descobrir os encantamentos das crianças», adverte o especialista.
«Nós que, tantas vezes (e transmitimos-lhes depois isso ), acabamos por nunca estar satisfeitos com nada, desperdiçando o tempo e as coisas que temos a pensar nas que não temos», refere. «Se formos mais simples e menos ardilosos, talvez vivamos mais livremente e melhor a nossa idade. Se fizéssemos isto seríamos mais felizes, mais endorfínicos, teríamos menos stresse, o que ajudaria muito à nossa saúde», acrescenta ainda.

2. Focar-se no momento
Eduardo Sá, psicólogo clínico infantil, fala-nos da importância de estar aqui e agora e de saber aproveitar o que temos. Conta o especialista que qualquer criança estruturada faz isto sem problemas. Não pensa no que passou, no que aí vem e está inteira no momento. Seja nas aulas, a brincar ou em actividades extra-curriculares… E se uma criança se preocupa demasiado com o futuro é sinal de alerta para os progenitores, talvez esteja com demasiada responsabilidade e a viver situações impróprias para a sua idade.
«Receio que, a haver défices de atenção, os adultos sejam um caso muito mais grave que as próprias crianças. Porque eles vivem atropelados por compromissos, hierarquias de prioridades fora do lugar e por uma vertigem de solicitações que os fazem baralhar o indispensável e o supérfluo. Sendo assim, os adultos podem aprender com as crianças que ninguém é feliz sozinho e que ninguém cresce sozinho. E, já agora, que a ingenuidade não representa uma posição mais ou menos elementar diante da vida, mas que resulta da sabedoria», refere ainda.

3. Melhorar diariamente
«As crianças ensinam muito, mas o amor é talvez o sentimento que os adultos mais aprendem com elas», não tem dúvidas Carla Marques, psicóloga clínica infantil. «Muitos adultos que se caracterizavam por serem pouco sensíveis, preguiçosos, egocêntricos, pouco disciplinados consigo e com a vida, após serem pais ou se dedicarem a uma criança, transformam-se», tem constatado ao longo da sua experiência.
«Assumem estilos de vida mais saudáveis, adquirem novos hábitos e passam a respeitar e a pôr em prática regras básicas e necessárias na vida. As crianças ensinam-nos a melhorar diariamente as nossas atitudes. Sobretudo porque funcionam como um espelho onde revemos os nossos valores e a nossa forma de estar na vida», acrescenta ainda.

4. Sonhar sem condições
«Um dos maiores ensinamentos que podemos usufruir do contacto direto com as crianças é a sua capacidade de sonhar. «Eu quero ser astronauta», «Eu quero ser bombeiro»… Este sonho é incondicional, não lhe interessa se é bem remunerado, se tem saídas profissionais, se é bem aceite pela sociedade. Simplesmente é o sonho pelo sonho. Este é a base do processo criativo da criança. Para ela não há limites, não há barreiras», lembra Nuno Oliveira, homeopata que costuma acompanhar crianças. «Têm uma capacidade de simplificação de problemas surpreendente», refere.
«Sonhar não é uma capacidade exclusiva das crianças. Em qualquer idade podemos ter sonhos, mas para isso temos de nos desligar dos medos, das inseguranças, da baixa autoestima, da opinião dos outros. Temos de ser nós próprios, genuínos. As emoções têm um peso enorme no aparecimento de doenças crónicas. Um ser humano sem sonhos, sem objetivos, condicionado pelos medos e pelo fazer parecer, é um ser humano condenado à infelicidade. Desistir de sonhar, é desistir de viver», refere ainda.

5. Aprender a perdoar
Ana Filipa Diogo, educadora de infância, sente-se privilegiada por conviver e educar crianças. «O mais fantástico deste processo é o que aprendo com cada uma delas. Poderia referir dezenas de ensinamentos, mas tendo de escolher um destaco o aprender a perdoar. Foram inúmeras as vezes que me deparei com zangas entre os pequenos e observei a forma como as solucionavam», refere.
«Por mais forte que fosse o motivo, nada abalava os sentimentos positivos, os laços afetivos e a relação de amizade. As pazes e a resolução dos problemas eram quase sempre fáceis de acontecer pois rapidamente faziam da zanga um momento quase palerma perante a vontade de brincarem um com o outro. Nós, adultos, temos mais dificuldade em perdoar, em esquecer, em sarar feridas», realça Ana Filipa Diogo.

6. Não ter medo de errar
Maria do Carmo Oliveira, coach, mestre em psicologia e membro da equipa do Clube do Otimismo, lembra como a educação vai inibindo algumas características importantes. «É frequente vermos uma criança desmontar um brinquedo para ver como funciona, ligar o computador e explorá-lo sem medo de o estragar, fazer experiências com cores e materiais. Já a maioria dos adultos perde essa capacidade de explorar. O medo do fracasso leva a que muitos adultos permaneçam descontentes durante anos, agarrados a hábitos antigos, não ousando experimentar algo», diz.
«Não ousam, por exemplo, fazer um currículo diferente, apresentar uma nova ideia no trabalho, iniciar um novo negócio ou até uma relação amorosa. O receio de tomarem a decisão errada fá-las manterem-se na sua zona de conforto e não ousarem fazer algo novo muito mais gratificante. Com as crianças precisamos de reaprender a, sempre que erramos, pensar que está tudo bem e, como adultos, aprendemos a racionalizar o erro e pensar que foi uma experiência importante que nos fez ficar mais perto do objetivo que pretendemos alcançar», refere ainda.

Outras lições para serem levadas a sério:
- Demonstrar sentimentos
Dizer o que pensamos, não fazer o que não nos apetece e sermos nós e genuínos, sem perder o respeito pelo outro.
- Ter tempo para nós
Estar atento aos sinais, perceber quais são realmente as nossas prioridades e não esquecer que a vida não é eterna.
- Não se preocupar com os que os outros pensam
Vestir o que gostamos, ter opiniões e seguir o nosso caminho e não o dos outros.
-Levantar-se após uma queda
Não dramatizar, lembrar-se que há sempre coisas piores e ter a coragem de um guerreiro, de seguir em frente.
- Questionar mais
Perder a arrogância de achar que já sabemos tudo e que já não temos idade para mudar. Sermos sinceros connosco.
Veja na página seguinte: Como duas crianças veem os adultos


- Quebrar tabus, brincar
Dançar, cantar, rebolar sozinho ou acompanhado e rir muito, aproveitando melhor o tempo.
- Desenhar, pintar ou escrever como forma de terapia
Expulsar emoções bloqueadas e tensões de forma artística é poderoso e funciona.
- Fazer amizades
Porque é possível fazer um amigo em qualquer idade e dar oportunidade aos outros de nos conhecerem uma forma de humildade.
Como duas crianças veem os adultos
«As crianças são reais e os adultos vivem num mundo de ficção. Porquê? Porque são mentirosos, complicam tudo e estão sempre a queixar-se. Podiam viver a vida com mais calma e criar leis e obrigações menos aborrecidas, como terem mais tempo para estar com as crianças e, assim, aprenderem mais com elas», refere Mara Marques, 12 anos.

«Os adultos têm menos energia, são mais chatos e deviam brincar e rir mais. Acho que nunca têm paciência e zangam-se por coisas esquisitas. Depois ficam irritados e isso faz-lhes mal à saúde», afirma Gabriel Morgado, 8 anos.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Just One Drop - O filme sobre a verdade da Homeopatia

Vamos esperar que este filme/documentário chegue a Portugal. 
É fundamental que os pacientes estejam verdadeiramente esclarecidos sobre o tema Homeopatia, para que a sua opção por este método terapêutico seja feita em total consciência. 
Num período onde assistimos a alguns ataques por parte de pessoas com previligiado acesso a órgãos de comunicação social, precisamos mostrar o outro lado do tema, a eficácia da Homeopatia, a capacidade desta terapia de ajudar as pessoas, não de suprimir sintomas, mas de mudar as suas vidas para melhor. 
A Homeopatia é o segundo sistema terapêutico mais usado no mundo, são milhões de pessoas em todos os continentes a recorrer a esta ajuda e a única justificação para este sucesso com mais de duzentos anos de prática, é a sua eficácia inequívoca. 
A medicina convencional é insubstituível, mas a Homeopatia também é. A complementaridade entre ambas as abordagens é o segredo para um maior sucesso no combate à doença.
Médicos e Homeopatas devem unir-se. O confronto leva a um bêco sem saída que em nada beneficia os doentes.
Eu tenho esta experiência na minha prática clínica diária com os médicos de várias especialidades com quem trabalho. É muito gratificante trabalhar com profissionais de excelência com mente aberta e com o foco nos doentes. 

Aqui fica o trailer do filme Just On Drop:



Para mais informações pode consultar o site original do filme:



quinta-feira, 25 de maio de 2017

Entrevista ao Blog Nheko



Recentemente, a Alexandra, mãe de quatro filhos, meus pacientes, pediu-me para responder a algumas questões para serem publicadas no seu blog Nheko, com o objectivo de esclarecer alguns factos sobre a abordagem homeopática e partilhar a sua experiência ao longo dos anos com os seus filhos.

O resultado é interessante e ajuda a dar uma perspectiva real do mundo da Homeopatia.

Aqui fica o link para o blog Nheko vida em família: 



sexta-feira, 21 de abril de 2017

Homeopatia e Vacinas



Nos últimos dois dias, alguns órgãos de comunicação social tentaram fazer uma associação entre Homeopatia e campanhas anti vacinação.

O EXPRESSO escreveu num artigo, que a mãe da jovem que infelizmente faleceu ontem, era anti-vacinas e adepta da Homeopatia. 

Como todos sabemos, a mãe não é anti vacinas e a referência a ser adepta da Homeopatia tem, neste caso, tanto valor como dizer que é adepta de filatelia ou columbofilia, ou seja, completamente fora do contexto. 

Associar a medicina homeopática a campanhas anti vacinação é um profundo disparate e revela um enorme desrespeito por quem, como eu, trabalha arduamente para credibilizar esta prática.

Não é, nem nunca foi esta a minha posição.

Li comentários lamentáveis e recebi emails que nunca esperei receber.

Informem-se antes de julgar. Antes de opinarem, de ofenderem, de acusarem, procurem o contraditório. Sejam justos!

A Homeopatia enquanto sistema terapêutico, está a cima das opiniões pessoais dos seus praticantes.

Nuno Oliveira

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

domingo, 23 de outubro de 2016

Um exemplo além fronteiras

HOMEOEPATHY OFFICIALLY RECOGNIZED BY SWISS GOVERNMENT AS LEGITIMATE MEDICINE TO COEXIST WITH CONVENTIONAL MEDICINE





Oct 10, 2016 by Casey Coates Danson
L.J. Devon, Staff Writer  NATURAL NEWS.COM
Homeopathy

(NaturalNews) Broadening their definition of medicine, the Swiss government is announcing a positive shift toward alternative healing and complementary therapies. For far too long, health insurance has guaranteed a monopoly for a system dominated by synthetic drugs. The Swiss government is breaking out of that confining mold and allowing patients’ health insurance plans to cover five new complementary therapies.

In May 2017, health insurance plans in Switzerland will be covering a variety of healing modalities, including homeopathy, acupuncture, traditional Chinese medicine, herbal medicine and holistic medicine. In this way, Switzerland will be bringing back the many healing arts that were used successfully in the past.

A shift away from the disease management, synthetic drug system
This shift toward integration will allow the Swiss healthcare system to heal, as it moves away from profiting off disease management. With the inclusion of these five eclectic healing modalities, Swiss healthcare will become more affordable. By legitimizing these true healing modalities, healthcare can compete to heal, empowering people instead of leaving them in an expensive cycle of side effects and negative outcomes.

Synthetic pharmaceutical “science” got its start in 1869, as experiments with coal tar were underway. The first drug was a sedative-hypnotic called chloral hydrate. Pharmaceutical companies got their start after experimenting with nasty coal-tar distillations. Many of the first drugs were modeled after textiles and dyes. The first analgesic and antipyretic drugs, phenacetin and acetanilide, were made from aniline and p-nitrophenol, which are just byproducts of coal tar.

Pharmaceutical “science,” for the most part, is an absolute abandonment of the healing modalities that have sustained humans for centuries. The good news is that many herbalists are still around today, passing on the trade of making real medicine using plants. Plants synthesize their own medicine and contain compounds that, when extracted and used correctly, work in conjunction with the human body systems, restoring its healing state.

Swiss people speak out, pressure government to include complementary therapies on list of paid health services

After Swiss health authorities blocked the alternative medicine fields from legitimacy in 2005, the people of Switzerland spoke out. In 2009, two-thirds of the Swiss voted to include these five important healing modalities on the country’s constitutional list of paid health services. When 2012 rolled around, all five complementary healing modalities were included in basic compulsory insurance coverage as part of a six-year trial period. At the end of the trial period, determinations would be made based on the alternative therapies “efficacy, cost–effectiveness and suitability.”

Holistic approaches are gauged through observation, in the progress of healing over time
Now the interior ministry has determined what many holistic practitioners already understand about the healing arts. It’s “impossible to provide such proof for these disciplines in their entirety.” The proof of their efficacy is in the individual’s own experience, initiative and commitment. Holistic therapies are not like synthetic drugs. The whole person is treated, not just a symptom. It’s impossible to gauge an alternative therapy on paper, in a perfectly controlled environment. The proof is typically in the observation, in the progress of healing over time.

And so, in this understanding, these five healing modalities will continue to be reimbursed by compulsory health insurance plans, as long as they are administered by certified medical professionals. This is an enormous step in the right direction for a healthcare system that is seeking to integrate more than just synthetic manipulations and suppression of the human body.
This shift toward integration of medicine will also allow questionable treatments within these complementary healing systems to face more scrutiny, so that the best holistic approaches can come out and be a success for people.

Sources include:
SwissInfo.ch
NCBI.NLM.NIH.gov
Science.NaturalNews.com

quarta-feira, 2 de março de 2016

A Homeopatia e a outra "ciência"



Finalmente chegou o mês de Março, o que significa que estamos quase no fim do inverno e, com o fim do inverno, vem também um período de alguma bonança no que diz respeito às tão temidas doenças respiratórias recorrentes nas crianças.

Mais uma vez, a Homeopatia infantil mostrou ser uma mais valia incontornável na redução das recorrências e, sobretudo, na redução considerável de medicamentos químicos que as crianças tomam regularmente.

O estado de saúde global das crianças melhora claramente a todos os níveis e isso traduz-se numa economia muito significativa de recursos humanos e económicos.

As constantes deslocações aos serviços de urgência, o recurso a medicação excessiva e o constante absentismo laboral dos pais associado às doenças infantis, tem um impacto muito significativo nas contas dos estados.

A Homeopatia assume-se cada vez mais, como uma opção extremamente eficaz no combate às doenças agudas infantis, como amigdalites, otites, bronquiolites, etc.

Ao longo destes anos, depois de milhares de consultas, claramente constato, que os meninos e meninas que recorrem a tratamentos homeopáticos, têm um absentismo escolar muito inferior às crianças que seguem somente a medicina convencional.

Contra factos não há argumentos!

A complementaridade entre as medicinas deve ser estimulada ao máximo, pelos pediatras, pelos pais, pelos educadores/professores e pelo estado.

Mas com estes resultados positivos, ecoam muitas vozes discordantes, a maioria usando um cenário abstrato chamado “ciência”.

Alguma “ciência” ataca constantemente a medicina homeopática. Mas que ciência? Quem? Quando? Onde?

Esta “ciência” oculta, está para a Homeopatia como os “mercados” estão para a economia global. Todos têm medo, todos temem o seu comportamento, mas ninguém sabe muito bem o que são.

Correndo o risco de não ser politicamente correcto, devo dizer que o conceito de ciência que crescemos a admirar, tem sido uma decepção nos últimos anos.

A ciência está assente em paradoxos cada vez mais acentuados.

Por um lado a Ciência que respeito e admiro, salva vidas, cria soluções, inova para bem da humanidade e do planeta em geral, respeita as pessoas, os animais, as plantas, o meio ambiente, não ataca, cultiva a humildade de pontos de vista, faz o bem.

Por outro lado, existe a outra “ciência”, aquela que cria armas de destruição em massa, aquela que cria alimentos transgénicos, aquela que desenvolve químicos nocivos e totalmente dispensáveis para adicionar à nossa alimentação, aos nossos produtos de higiene pessoal, aos cremes hidratantes dos bebés e crianças, aquela que desenvolve produtos cosméticos incutindo sofrimento dispensável nos animais, etc.


Esta é a “ciência” que nos critica e que eu não respeito. Esta é a “ciência” que está a matar a humanidade, a comprometer o futuro dos nossos filhos, o futuro dos animais, o futuro das plantas e de todos os ecossistemas.


Esta é a triste “ciência” do lucro fácil, da falta de ética, do retrocesso civilizacional, da crítica e da ignorância.

É a “ciência” da doença!

Ao contrário da Ciência que eu admiro, que une em vez de criticar, esta “ciência” actua na sociedade como um parasita, destruindo lentamente a saúde dos seres vivos, para que ela própria possa subsistir, através de novas moléculas químicas, medicamentosas, ou em forma de aditivos alimentares, cosméticos, etc.

Temos que neutralizar esta “ciência” e é possível com algumas mudanças de hábitos e mentalidades.

Para melhorarmos o estado de saúde das pessoas, é importante que sejamos nós a escolher o que compramos. Ler os rótulos é um passo importante para podermos escolher alimentos, produtos de higiene pessoal, cosméticos, etc, que sejam isentos de químicos, ou pelo menos, que tenham uma percentagem mais reduzida.

A doença não dá tréguas e a má “ciência”, também não. Todos somos precisos, médicos, enfermeiros, homeopatas, acumpunctores, farmacêuticos, biólogos, bioquímicos, osteopatas, naturopatas, físicos, etc, etc. Todos têm a sua função, todos têm a sua missão, desde que estejam do lado da Ciência.


A Homeopatia está à margem dos parasitas científicos. A Homeopatia está de braço dado com a Ciência, a verdadeira, a que produz conhecimento positivo e que contribui para uma saúde melhor, para um mundo melhor.


E, felizmente, são tantos os rostos desta Ciência no mundo.