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A Harmonia Mental, Emocional e Física
As restrições dietéticas são habituais durante o tratamento homeopático. Algumas são relativas e, estão directamente relacionadas com a nutrição em si mesma, com o objectivo de melhorar o estado geral do doente, suprimir eventuais carências alimentares, ou dar um aporte superior de vitaminas, minerais, oligoelementos, entre outros nutrientes essenciais ao caso em questão.
Muitos dos meus pacientes, após começarem o tratamento homeopático, experimentam o que chamamos agravamento homeopático. É comum telefonarem-me alguns dias depois, dizendo que não se sentem melhor e, até sentem mesmo, um agravamento dos sintomas que anteriormente apresentavam. A minha resposta é sempre a mesma : “óptimo, bom sinal...”
A gravidez é uma fase particularmente interessante na vida da mulher, não só pelo ponto de vista mental e emocional, mas também devido às alterações hormonais, metabólicas e fisiológicas verificadas no seu corpo. A gravidez é de certa forma limitativa no que diz respeito à administração de medicamentos quimicos, tanto pelas implicações que podem ter na mãe como, principalmente, no próprio feto.
Como já escrevi anteriormente, a intenção deste blog é dar a conhecer algumas das minhas ideias sobre esta grandiosa arte de curar que é a Homeopatia. Alguns dos meus pontos de vista, podem parecer um tanto ou quanto radicais, ou fora do que está protocolado nas esferas da comunidade homeopática. No entanto, estas ideias fazem parte de mim, fluem com tanta naturalidade que as assumo como verdades absolutas. A Homeopatia não pode ser praticada apenas com base no conhecimento científico, na racionalidade, tem que se sentir, temos que deixar fluir a energia. A Homeopatia é energia, o ser humano é energia, a vida é energia...A tecnologia permite-nos ter meios poderosos para auxiliar a medicina. A pergunta que se impõe é: como é possivel a humanidade estar tão doente com todo o “arsenal” de terapias e meios auxiliares de diagnóstico, como TAC, ressonância magnética, ecografias, etc. Cada vez vemos mais pessoas doentes, com problemas mais sérios, mas isto é um contrasenso tendo em conta os milhões gastos em investigação na área da saúde. Das duas uma, ou a doença é dotada de uma inteligência superior ao ser humano, o que a faz estar sempre um passo à frente da investigação, ou a investigação está a seguir um caminho errado. Obviamente que me inclino mais para a segunda hipótese. Na minha opinião, a investigação médica está a centrar-se no lado errado, ou seja na patologia em si mesma, na bio-quimica, na bactéria, no virus, etc. Estão agarrados ao acessório e não ao essencial. Para mim o essencial é a causa da doença. Nas minha consultas faço sempre a mesma pergunta a mim mesmo: “Nuno, porque é que este indivíduo está com esta patologia?” Ele está com uma amigdalite e já é recorrente, se fizermos a abordagem convencional, administramos um medicamento para combater a amigdalite e pronto, simples e práctico. No entanto, a causa que está na origem do problema não foi considerada e, obviamente, mantém-se activa. É claro que passado algum tempo o indivíduo está novamente doente. Isto é observado diáriamente em qualquer consulta médica.