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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

domingo, 23 de outubro de 2016

Um exemplo além fronteiras

HOMEOEPATHY OFFICIALLY RECOGNIZED BY SWISS GOVERNMENT AS LEGITIMATE MEDICINE TO COEXIST WITH CONVENTIONAL MEDICINE





Oct 10, 2016 by Casey Coates Danson
L.J. Devon, Staff Writer  NATURAL NEWS.COM
Homeopathy

(NaturalNews) Broadening their definition of medicine, the Swiss government is announcing a positive shift toward alternative healing and complementary therapies. For far too long, health insurance has guaranteed a monopoly for a system dominated by synthetic drugs. The Swiss government is breaking out of that confining mold and allowing patients’ health insurance plans to cover five new complementary therapies.

In May 2017, health insurance plans in Switzerland will be covering a variety of healing modalities, including homeopathy, acupuncture, traditional Chinese medicine, herbal medicine and holistic medicine. In this way, Switzerland will be bringing back the many healing arts that were used successfully in the past.

A shift away from the disease management, synthetic drug system
This shift toward integration will allow the Swiss healthcare system to heal, as it moves away from profiting off disease management. With the inclusion of these five eclectic healing modalities, Swiss healthcare will become more affordable. By legitimizing these true healing modalities, healthcare can compete to heal, empowering people instead of leaving them in an expensive cycle of side effects and negative outcomes.

Synthetic pharmaceutical “science” got its start in 1869, as experiments with coal tar were underway. The first drug was a sedative-hypnotic called chloral hydrate. Pharmaceutical companies got their start after experimenting with nasty coal-tar distillations. Many of the first drugs were modeled after textiles and dyes. The first analgesic and antipyretic drugs, phenacetin and acetanilide, were made from aniline and p-nitrophenol, which are just byproducts of coal tar.

Pharmaceutical “science,” for the most part, is an absolute abandonment of the healing modalities that have sustained humans for centuries. The good news is that many herbalists are still around today, passing on the trade of making real medicine using plants. Plants synthesize their own medicine and contain compounds that, when extracted and used correctly, work in conjunction with the human body systems, restoring its healing state.

Swiss people speak out, pressure government to include complementary therapies on list of paid health services

After Swiss health authorities blocked the alternative medicine fields from legitimacy in 2005, the people of Switzerland spoke out. In 2009, two-thirds of the Swiss voted to include these five important healing modalities on the country’s constitutional list of paid health services. When 2012 rolled around, all five complementary healing modalities were included in basic compulsory insurance coverage as part of a six-year trial period. At the end of the trial period, determinations would be made based on the alternative therapies “efficacy, cost–effectiveness and suitability.”

Holistic approaches are gauged through observation, in the progress of healing over time
Now the interior ministry has determined what many holistic practitioners already understand about the healing arts. It’s “impossible to provide such proof for these disciplines in their entirety.” The proof of their efficacy is in the individual’s own experience, initiative and commitment. Holistic therapies are not like synthetic drugs. The whole person is treated, not just a symptom. It’s impossible to gauge an alternative therapy on paper, in a perfectly controlled environment. The proof is typically in the observation, in the progress of healing over time.

And so, in this understanding, these five healing modalities will continue to be reimbursed by compulsory health insurance plans, as long as they are administered by certified medical professionals. This is an enormous step in the right direction for a healthcare system that is seeking to integrate more than just synthetic manipulations and suppression of the human body.
This shift toward integration of medicine will also allow questionable treatments within these complementary healing systems to face more scrutiny, so that the best holistic approaches can come out and be a success for people.

Sources include:
SwissInfo.ch
NCBI.NLM.NIH.gov
Science.NaturalNews.com

quarta-feira, 2 de março de 2016

A Homeopatia e a outra "ciência"



Finalmente chegou o mês de Março, o que significa que estamos quase no fim do inverno e, com o fim do inverno, vem também um período de alguma bonança no que diz respeito às tão temidas doenças respiratórias recorrentes nas crianças.

Mais uma vez, a Homeopatia infantil mostrou ser uma mais valia incontornável na redução das recorrências e, sobretudo, na redução considerável de medicamentos químicos que as crianças tomam regularmente.

O estado de saúde global das crianças melhora claramente a todos os níveis e isso traduz-se numa economia muito significativa de recursos humanos e económicos.

As constantes deslocações aos serviços de urgência, o recurso a medicação excessiva e o constante absentismo laboral dos pais associado às doenças infantis, tem um impacto muito significativo nas contas dos estados.

A Homeopatia assume-se cada vez mais, como uma opção extremamente eficaz no combate às doenças agudas infantis, como amigdalites, otites, bronquiolites, etc.

Ao longo destes anos, depois de milhares de consultas, claramente constato, que os meninos e meninas que recorrem a tratamentos homeopáticos, têm um absentismo escolar muito inferior às crianças que seguem somente a medicina convencional.

Contra factos não há argumentos!

A complementaridade entre as medicinas deve ser estimulada ao máximo, pelos pediatras, pelos pais, pelos educadores/professores e pelo estado.

Mas com estes resultados positivos, ecoam muitas vozes discordantes, a maioria usando um cenário abstrato chamado “ciência”.

Alguma “ciência” ataca constantemente a medicina homeopática. Mas que ciência? Quem? Quando? Onde?

Esta “ciência” oculta, está para a Homeopatia como os “mercados” estão para a economia global. Todos têm medo, todos temem o seu comportamento, mas ninguém sabe muito bem o que são.

Correndo o risco de não ser politicamente correcto, devo dizer que o conceito de ciência que crescemos a admirar, tem sido uma decepção nos últimos anos.

A ciência está assente em paradoxos cada vez mais acentuados.

Por um lado a Ciência que respeito e admiro, salva vidas, cria soluções, inova para bem da humanidade e do planeta em geral, respeita as pessoas, os animais, as plantas, o meio ambiente, não ataca, cultiva a humildade de pontos de vista, faz o bem.

Por outro lado, existe a outra “ciência”, aquela que cria armas de destruição em massa, aquela que cria alimentos transgénicos, aquela que desenvolve químicos nocivos e totalmente dispensáveis para adicionar à nossa alimentação, aos nossos produtos de higiene pessoal, aos cremes hidratantes dos bebés e crianças, aquela que desenvolve produtos cosméticos incutindo sofrimento dispensável nos animais, etc.


Esta é a “ciência” que nos critica e que eu não respeito. Esta é a “ciência” que está a matar a humanidade, a comprometer o futuro dos nossos filhos, o futuro dos animais, o futuro das plantas e de todos os ecossistemas.


Esta é a triste “ciência” do lucro fácil, da falta de ética, do retrocesso civilizacional, da crítica e da ignorância.

É a “ciência” da doença!

Ao contrário da Ciência que eu admiro, que une em vez de criticar, esta “ciência” actua na sociedade como um parasita, destruindo lentamente a saúde dos seres vivos, para que ela própria possa subsistir, através de novas moléculas químicas, medicamentosas, ou em forma de aditivos alimentares, cosméticos, etc.

Temos que neutralizar esta “ciência” e é possível com algumas mudanças de hábitos e mentalidades.

Para melhorarmos o estado de saúde das pessoas, é importante que sejamos nós a escolher o que compramos. Ler os rótulos é um passo importante para podermos escolher alimentos, produtos de higiene pessoal, cosméticos, etc, que sejam isentos de químicos, ou pelo menos, que tenham uma percentagem mais reduzida.

A doença não dá tréguas e a má “ciência”, também não. Todos somos precisos, médicos, enfermeiros, homeopatas, acumpunctores, farmacêuticos, biólogos, bioquímicos, osteopatas, naturopatas, físicos, etc, etc. Todos têm a sua função, todos têm a sua missão, desde que estejam do lado da Ciência.


A Homeopatia está à margem dos parasitas científicos. A Homeopatia está de braço dado com a Ciência, a verdadeira, a que produz conhecimento positivo e que contribui para uma saúde melhor, para um mundo melhor.


E, felizmente, são tantos os rostos desta Ciência no mundo.